Na vida em geral e em particular nas organizações, a pressão é imensa e as pessoas tentam salvar o seu rumo. Esta pressão gera angústia e medo, atirando as pessoas para comportamentos desviantes. Comportamentos novos. Aos olhos das próprias pessoas, são atitudes e reações como nunca antes haviam tido.
“Ultrapassam os colegas pela direita”. Na estrada é ilegal, no comportamento é falta de ética.
A pressão que vai sobre todos na luta pela sobrevivência é brutal e só de imaginar ficar meses sem rendimento dá uns arrepios de morte. Vale tudo para salvar a pele, pensam uns. Tudo menos matar e roubar.
Certo?
O que é mesmo certo é agir sempre coerentemente com os valores e princípios de cada um. Os princípios e valores de vida de cada um, uma vez (sempre) presentes no comportamento da pessoa, confere-lhe o estatuto de íntegro.
Este fulano é íntegro. Este rótulo deveria ser o maior ativo do ser humano. Um ativo, logo, algo de extremo valor nas relações com os outros. Um selo de confiança e de previsibilidade.
Mais importante ainda. Nas adversidades dos dias, atuar com integridade não é um fim em si mesmo. É um meio. Ter permanentemente um comportamento íntegro é um meio para sobreviver e ultrapassar as dificuldades.
Orientação: Creio que vale a pena que cada um reflita sobre quais são os seus princípios de vida e com que valores se quer ver identificado. Uma vez definidos esses pilares, assentar todas as atitudes nessa coerência. Tudo isso fará a pessoa mais forte e mais bem-sucedida.
As pessoas mudam mas os princípios não. Os valores absolutos não mudam, pelo menos nos que se preocupam com a integridade mesmo quando a vida parece estar contra.
José Marques Mendes
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